Textos e...

Textos e Imagens

domingo, fevereiro 25, 2007

M......


Onde hoje nascem as minhas esperanças sinto a tua recordação que floresce mais que nunca , esbelto e presunsoso e que se ergue até ao ceu como se quise-se abraça-lo com os teus dedos invisiveis. Longe vai aquele verão,aquelas nossas tardes,intensas mas ás vezes que estão curtas que não chegava o sol e me sobrava o intardecer.Isso significava que tinha que esperar demaziadas horas para te voltar a ver.

Então quando aparecias,radiante,á distancia,sentia as horas a começarem a bailar cada vez mais.

Sempre pensei que elas ( as horas) te davam as boas vindas no meu lugar,pois eu nunca me atrevi a demosntrar-te o que sentia ao ver-te.


A tua alma,selvagem e nostálica chorava com frequencia envolta na arrogancia da tua terra que te viu nascer;mas nesse momento generosa,e ai vinhas ter comigo para compartinhar o melhor dos teus sorrisos.

Eu sabia dentro de mim que um dia qualquer o teu sorriso e o teu adeus seriam a ultima imagem que teria de ti.


O mar está tranquilo, a dança terminou para sempre desde que te fos-te embora.

Hoje quis viajar para me sentar no teu solo,olhar para a tua terra e procurar desesperadamente um bocado qualquer,minusculo nem que fosse uma recordação tua.

Onde estarás?

Para onde levas-te aquele nosso verão?

Afinal comes-te o mundo ou o mundo comeu-te a ti?

Senti como se o asfalto arde-se sobre os meus pés necessitava de sair dali a correr mas ao mesmo tempo não sabia que direcção tomar. A unica coisa que desejei nesse momento foi voltar a ver a tua cara. Fechei os olhos e pode sentir como se estivesses ali. A tua mão a tocar na minha pele. ( Há sensações que nunca se esquecem que nos acompanham sempre e só nós mesmos sabemos que elas existem dentro de nós)

Olha para o mar,que não é o mesmo e cre ver nele uma gota que um dia lançamos naquele otro mar que por um tempo foi nosso,mas era sóuma alucinação deseperada.


A minha mente está relaxada,a minha alma sente-se livre, a minha estima pessoal fica a decifrar o sentido do exto. Graças a uma lenta e refinada variedade de envenenamento dissolvemos os nossos sonhos em momentos de felicidade. Tudo o que escolhemos na nossa vida pela sua beleza não arda em revelar o seu peso insustentavel.

Quero recordar-te como eras e como partis-te por isso não voltarei a escrever sobre ti.


" Deixa-me ter-te entre grinaldas amarelas. Deixa-me recordar-te como eras quando deixas-te de existir."


6 Comentários:

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

<< Página inicial